Ontem foi a primeira vez que assisti à Queima do Judas.
Fiquei a pensar nesse fio condutor do ritual, não como algo que amarra, mas algo que orienta e mostra o caminho, já dizia alguém que me é muito querido. Que bonito ainda ver arte assim. Que bonita homenagem a Isabel Llano, que nunca conheci mas já tanto ouvi falar, que já nao se encontra entre nós, mas certamente ontem se teria emocionado ao ver este espetáculo. Um bem haja a todos os performers ao vivo, que é uma arte em resistencia neste mundo digital e feito de conteúdos AI. - Isabel Luz



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